Café Filosófico: As Pontes de Madison

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“Como, através de um outro, concreto, de uma amor que existe, agente pode se dirigir para um auto-conhecimento, para um amor por si próprio, para um amor de transcendência ? O amor é como uma linha mestra que nos impulsiona para a união. A união com o outro, externo e a união com o outro interno. A união com a transcendência, a união com a totalidade da nossa personalidade mais profunda, da nossa essência. Isso porque o arquétipo é virtual, para se manifestar ele precisa ter um objeto, ele precisa ter um continente. Pode ser uma imaginação, pode ser muito abstrato mas em se tratando do amor, via de regra, ele é projetado, ele é depositado numa relação com uma outra pessoa.” Os terapeutas Jungianos Maria Helena Guerra e Carlos Byington analisam o filme “As pontes de Madison” para explicar como a busca pelo amor mútuo é a tentativa humana de curar a natureza ferida pela separação do outro mas sobretudo pela separação entre aquilo que alguém aparenta ser e aquilo que se é profundamente.

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